Missão integral é seguir a Jesus. Simples!

A vida de Jesus foi simples. Ele andou bastante, sempre de um lugar para outro, e a maior parte do seu tempo de ministério foi gasto com gente pobre, simples e carente. As crianças, as mulheres, os doentes e os cansados de alma teimavam em ficar ao seu redor — e Ele mesmo queria isso.

É curioso observar quanto tempo nós gastamos complicando a vida, maquiando nossa aparência, mexendo os pauzinhos para encontrar-nos com as pessoas certas e fazer os contatos adequados. Queremos ser importantes, ricos e bonitos, e ser vistos ao lado de gente importante, rica e bonita, nem que isso aconteça dentro dos muros das igrejas: uma foto junto com um pregador famoso, um autógrafo de um escritor conhecido, um jantar com uma banda badalada, uma experiência espiritual “top” numa igreja da moda, criando assim a nossa “socialite crente”.

Mas Jesus não faz esse jogo. Ele não busca aparecer em destaque nas fotos, não encarrega um de seus discípulos de fazer a filmagem adequada, nem passa a vida distribuindo “cartões de visita” acompanhados de uma fotografia “clean”. Aliás, Ele geralmente inverte essas coisas: convida-nos a ir a lugares onde não gostaríamos de ir, faz coisas que não consideramos estratégicas e se relaciona com gente que costumamos evitar.

Os exemplos são variados e a pergunta é se queremos segui-lo. Para usar uma linguagem que vem do livro de Jonas, Jesus sempre insiste em levar- nos a Nínive, quando preferiríamos ir a Társis. Porém o convite de Jesus é contraditoriamente bonito.

Na missão integral vemos Jesus dirigindo-se a Nínive e deixando muito claro a que veio, fazendo diferença na vida das pessoas abertas e carentes e nos desafiando a segui-lo. É simples. É básico. É bonito. É assustador. A pergunta é: vamos ou não segui-lo?

Nota: Este artigo foi inspirado na palestra proferida pelo autor no CBE2. Por Valdir Steuernagel é pastor luterano, trabalha com a World Vision International e com o Centro de Pastoral e Missão, em Curitiba. E autor de, entre outros, para Falar da 5 Flores… e Outras Crônicas. Fonte: Revista Ultimato | edição Janeiro/Fevereiro, 2004

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