Simplesmente escute

A partir do momento em que você se dispõe a escutar, quando uma pessoa precisa falar, você cria um elo, um elo muito especial.

Como abrir o caminho da comunicação?
Aprendendo a escutar! Escutar é 90% de uma boa comunicação. É uma habilidade. Uma habilidade que pode ser aprendida e praticada.

O escutar atento e genuíno é coisa muito rara. Para nos tornarmos humanos, precisamos de alguém que nos escute. Para sermos humanos, precisamos aprender a escutar. E um bom ouvinte também escuta com os olhos!

Para você refletir:

1. Você interrompe os outros em sua fala?

2. Antecipa-se às suas ideias?

3. Tenta concluir a fala do outro por ele?

4. As suas atitudes indicam pressa, impaciência, superioridade?

5. Você consegue ir além das palavras e das frases e captar as ideias?

6. Você consegue ir além das ideias e captar os sentimentos?

Escutar com amor
Escutar as pessoas com amor é fundamental! Quando escutamos uma pessoa com toda atenção, ela se abre com a gente. Esta é uma forma de despertar o melhor dos outros, ajudar a clarear os seus pensamentos e identificar os seus sentimentos.

Devemos dar à pessoa a liberdade de se queixar de sua situação difícil, se ela sentir a necessidade e o desejo de fazê-lo. Quando permitimos que alguém exponha as suas angústias profundas e, nessa escuta, conseguimos transmitir-lhe compreensão, atenção total, na maioria das vezes, a pessoa começa a ver as coisas sob uma nova luz.

A escuta com amor traz resultados maravilhosos! Quantas vezes somos falantes e eloquentes com as pessoas, quando elas apenas nos solicitam atenção e compreensão.

Ouvido aberto = sinal de um coração aberto

A comunicação começa com o escutar. E cresce com a verdadeira compreensão.

“Você começa a compreender a vida, aprende a viver, na medida em que aprende a escutar” (David Augsburger).

Nota: Augsburger, David – “The freedom of forgiveness”, Moody Press, Chicago, USA, 1970.

Maria Luiza Rückert, autora de Capelania Hospitalar e Ética do Cuidado, cursou teologia na Escola Superior de Teologia (EST), em São Leopoldo, RS, e aprofundou seus estudos em clínica pastoral no Hospital da Universidade de Minnesota, Estados Unidos. Pós-graduada em ética, subjetividade e cidadania, atuou como capelã no Hospital Evangélico de Vila Velha, ES, durante vinte anos.

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